ESPECIALIDADES

CATARATA

Catarata é a principal causa de cegueira reversível, isto significa que após a cirurgia, o paciente volta a enxergar, desde que não tenha outras doenças no olho!

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GLAUCOMA

Glaucoma é uma doença que afeta o nervo óptico causando a longo prazo, cegueira permanente. A doença pode ter várias causas e torna-se imprescindível uma avaliação criteriosa para definir o melhor tratamento e conduta.

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A DOUTORA

Com atuação na oftalmológica completa, a Doutora Luciana Fernandez se destaca por ser especializada no diagnóstico e tratamento da catarada e do glaucoma – fazendo uso de várias ferramentas e acompanhando de perto os avanços que a medicina oftalmológica oferece.

O atendimento personalizado prioriza o cuidado e bem-estar do paciente, sempre em busca dos melhores resultados para proporcionar uma significativa melhoria da qualidade de vida.

Qualificações:

  • Oftalmologia geral, glaucoma e catarata
  • Título de especialista pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (RQE: 61.443)
  • Fellowship em glaucoma pelo Hospital das clinicas de Ribeirão Preto - FMRP USP
  • Residência em oftalmologia pelo Hospital da clinicas de Ribeirão Preto - FMRP USP
  • Graduação em medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP (CRM-SP: 130.115)
  • Colaboradora do Setor de Glaucoma da Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina (EPM)

Cirurgias

FAQ

Durante a cirurgia é colocado uma pecinha metálica para manter o olho aberto durante a cirurgia, dois pequenos cortes são feitos no olho. Por um deles entra o aparelho de facoemulsificação que quebrará a catarata em pedacinhos e ao mesmo tempo irá aspirar os fragmentos. Nesse processo, há uma solução líquida balanceada que mantém o olho cheio e faz esses fragmentos circularem em direção ao aparelho, portanto pode acontecer de o paciente notar uma “água” correr pelo rosto. Quando todos os fragmentos tiverem sido aspirados, coloca-se a lente intraocular para restaurar a visão. Essa prótese não causa alergia e sem ela o paciente precisaria de um grau de óculos muito alto. Ao final da cirurgia o paciente sai com um curativo no olho e deverá usar os colírios receitados.
Sim, existe o excimer laser que faz algumas etapas da cirurgia, como os cortes da córnea e cápsula, e quebrar a catarata em fragmentos. Entretanto esse tipo de cirurgia demora mais tempo, é mais caro e até o momento não se mostrou melhor que um bom cirurgião usando o facoemulsificador.
Não, a catarata não volta. O que pode acontecer é uma opacificação de uma cápsula que segura a lente e o paciente volta a apresentar piora da visão. Essa situação não acontece em todos os pacientes e pode aparecer em poucos meses como muitos anos. Para restaurar a visão, é feito um laser que abrirá uma “janela” nessa cápsula. Esse procedimento chama-se capsulotomia, ele é indolor e é feito com um aparelho parecido com aquele onde colocamos o queixo e a testa para o oftalmologista examinar os olhos, sem a necessidade de cortar o olho.
O preço da cirurgia varia conforme a taxa do centro cirúrgico, dos honorários do cirurgião, anestesista e intrumentador e da necessidade de dispositivos como no casos do glaucoma ou do tipo de lente intra-ocular (LIO) como na catarata.

Há alguns planos que possuem cobertura do centro cirúrgico e reembolso parcial ou integral dos honorários.

Apenas o cirurgião oftalmologista poderá estimar o valor da operação, após avaliação em consulta.
Essa resposta vai depender do tipo de glaucoma envolvido. No glaucoma de ângulo aberto crônico, o paciente só passará a ter sintomas no estágio final da doença por perda da visão. Nessa fase ele pode ter dificuldade de locomoção, não ver a mão de um amigo que a estendeu para cumprimentá-lo e trombar muito nos objetos ao redor por perda de visão de campo, enquanto a visão central ainda está mantida. Existe também o glaucoma de ângulo fechado, nesse caso é comum o paciente apresentar dor forte em um dos olhos irradiando para a cabeça, náuseas, visão embaçada e o olho vermelho.
Tudo vai depender da cirurgia proposta a depender do tipo de glaucoma, de quão avançado é o seu glaucoma, e de quanto é necessário abaixar a pressão intraocular.
Existem tratamentos com laser no qual não são necessários cortes no olho, a recuperação é mais rápida e o paciente poderá usar ou não algum colírio após o procedimento. É o caso da iridotomia, trabeculoplastia, iridoplastia, ciclofotocoagulação.
Também há procedimentos fistulizantes no qual um caminho novo para drenar o líquido para baixo da conjuntiva é confeccionado. Esse tipo de procedimento é mais trabalhoso e requer acompanhamento muito próximo no pós operatório para garantir o sucesso da cirurgia. É o caso da trabeculectomia, esclerectomia não penetrante e o implante de drenagem.
Há ainda a chegada de novas técnicas que facilitam a drenagem com procedimentos de pequeno porte dentro do olho, são os MIGS. Entre eles estão o iStent®, Kahook®, canaloplastia, GATT, XEN® entre outros.
É o paciente que apresenta algum dos sinais de glaucoma, geralmente o aumento da escavação do nervo óptico, mas nos exames complementares não se verifica alterações. Como existem muitas células responsáveis pela visão, é necessário que muitas morram para que surjam alterações nos exames ou na visão. Nesses casos, o paciente é acompanhado periodicamente pois somente a evolução do quadro poderá enquadrá-lo como doente por glaucoma.

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